Fudendo O Cuzinho Da Amante Com Ajuda Da Amiga

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-Não gosto muito de falar disso, ainda gosto muito dela… Sofri muito pela separação, mas terminamos por causa do preconceito da família dela, sua mãe não gostava de mim só pelo fato de ser negro. A partir daí começou a surgir uma situação estranha, quase todos os dias estávamos na minha casa e geralmente fudendo com os casais trocados na primeira rodada e cada qual com o seu par na segunda, a próxima, trocavamos novamente e assim até ficarmos exaustos. VOU GOZZAR…"Chegando lá, ele estava só de bermuda, me convida pra entrar, e disse que tínhamos 2 horas de tempo, pois a mulher dele iria chegar.

Só depois é que concordou em ir embora, mas ressaltando que adoraria passar uma noite inteira com ela naquele quarto maravilhoso!"Alguns minutos se passaram e eu estava dentro do carro esperando o John no estacionamento da empresa em que ele trabalha, chovia e isto ajudava a manter o sigilo de nossa conversa. Ele socou gostoso mesmo, já tava quase tendo mais orgasmo anal quando ele de repente tirou do meu cu e enfiou na minha boca falando:– Chupa vadia, vou encher tua boca!Estava com o pau enfiado na minha boca e chupando quando senti ele gemer e forçar os quadris contra minha boca e os jatos daquela porra grossa, quente e salgada encheram a minha boca, era bem farto. A freira coroa estava relaxada depois de gozar daquele jeito. Se começarem, eu vou para um quarto sozinha. Um dia estávamos num grupo de amigos reunidos na minha casa, ela sentada na porta, meu amigo sentado no degrau da escada e escorado no meio das pernas dela, e o restante da turma do lado de fora da casa. Quero sentir sua porra quentinha aquecer meu cuzinho todo…Gabriel tem 16 anos, jeitão de moleque safado e pegador, chegamos no litoral por volta de 21:00 horas, arrumamos as tralhas e saímos pra fazer um lanche, e quando gabriel foi o banheiro, e tavinho meu sobrinho safadão perguntou como nós faríamos pra transar, ja que gabriel estava junto e que em uma semana minha esposa viria ao nosso encontro. – “Amiga… vou te contar a verdade… váááááárias vezes!”, respondeu, divertida, a Amanda, simulando dor nas nádegas.

Chegamos a um ponto que preferimos dar um tempo e hoje, quase um ano depois, eu iria rever os meus amantes.