Enquanto Eu Bombava Ela Conversava Com O Corninho

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Enquanto Eu Bombava Ela Conversava Com O Corninho

Na ultima quinta, estava no escritório quando meu celular tocou, era Ida:– Oi meu corninho! Tudo bem? Perguntou– Tudo bem meu amor, onde você está?– Estou em casa, na piscina. Fui ao banheiro escovar meus dentes sendo acompanhado por minha prima Gabi, que piscando o olho, falou que eu não deveria dormir com minha mãe e sim na sala. Mas foram 3 semanas sem ao menos ter visto a sombra dele.

"– Para com isso!!Isabela começou a sugar forte a pica de Gabriel, sentiu a rola pulsar em sua garganta, ela pressentia o goso, forçou ainda mais a rola do namorado em sua boca e com a cabeça invadindo sua garganta começou a receber os primeiros jatos.

Vimos que elas conversavam baixinho, quase cochichando, parecia que estavam escolhendo, mas nada disseram.

Passei os braços em volta das coxas dela, e fiquei massageando a virilha com os polegares.

Ela não teve, aliás, nunca teve, qualquer problema em deixar que pessoas vissem fotos dela nua ou seminua. Acompanhei minha tia, que enquanto caminhava para o banheiro, disse que tomaria banho e me deixaria espiar.

Enquanto ele bombava novamente me volta o frentista: – Opa a festinha ainda não acabou. Mas, você é insaciável e coloca mais um dedo na minha boceta, eu estou quase perdendo as pernas, meu amor, que delícia… parece que você vai sugar minha alma ou que ela vai escorrer entre as pernas, sua mão está molhada. Tem que relaxar e deixar o mecho te comer. Sentou em mim me pedindo que não dissesse nada, e enquanto rebolava, disse que eu não iria me arrepender. Aí, o que eu tinha de fazer? Deixar a toalha cair e aparecer peladinha pra ele! Concorda comigo? Pois foi o que eu fiz! E ele me grudou! Não parava de me beijar e eu já fui com a mão na calça dele, apalpando para ver como estava o peru… que gracinha, já estava durinho! Dei uns bons apertos nele, estava doidinha, ainda mais que o senhor meu marido, aqui presente, me fez o favor de sentar no sofá, e começar a beijar meu bumbum. Súbito, ele ouviu uma voz feminina ao seu lado:– Não acredito nisso! É você, Clóvis? É você mesmo?Olhou e custou a reconhecer.